Acaba de sair o esperado relatório da Casual Auditores Independente, que pelo quinto ano consecutivo analisou o balanço de 21 clubes de futebol.
O resultado da equipe liderada por Carlos Aragaki e Amir Somoggi é isento de paixões clubísticas, claro.
Fontes de renda
Conforme a Casual, a venda de ingressos é apenas o sexto item na fonte de receitas dos principais clubes de futebol do país. A transferência de jogadores, com 28%, seguida das cotas de TV (24%), lideram o ranking das captações financeiras, conforme a Casual, empresa paulista especializada em clubes de futebol.
Receitas geradas
Os 21 clubes com maiores receitas no futebol brasileiro foram responsáveis pela movimentação de R$ 1,4 bilhão, indica o estudo. Isso significa uma evolução de 69% nos últimos cinco anos.
“O estudo da Casual Auditores referente a 2008 demonstra que as receitas dos clubes, excluindo os recursos com as transferência dos atletas, apresentaram melhora de cerca de 39% em três anos, principalmente com bilheteria, sócios, patrocínios e cotas de TV”, analisa Amir Somoggi, especialista em marketing e gestão de clubes de futebol, da Casual.
Transferência de jogadores
A fonte representa 28% dos recursos gerados pelos 21 clubes analisados. E, comparado com 2007, a venda de jogadores caiu cerca de 13%, alcançando a cifra de R$ 397 milhões. As maiores evoluções foram da Portuguesa, Vitória, Internacional, Palmeiras, Botafogo e Cruzeiro.
Departamento de futebol
Pela primeira vez, a Casual apresenta resultado operacional do Departamento de Futebol. A dupla Gre-Nal lidera o ranking, com o Inter à frente (R$ 24,3 milhões), seguido do Grêmio, com R$ 22,3 milhões. Portuguesa de Desportos, Fluminense e Botafogo fecham o pódio dos cinco primeiros.
O interessante é que, mesmo com operações superavitárias, o balanço dos departamentos de futebol dos clubes analisados indicou uma diminuição de 8% em relação ‘a amostra de 2007.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Torcedor é torcedor, não é mesmo?
O Esporte Clube Vitória iniciou o campeonato brasileiro empolgando todos os torcedores e alimentando, nos mais afoitos, uma esperança vã, já que o plantel e toda a estrutura econômica que o cerca não tem condições de manter um time competitivo em um campeonato tão longo, como é o brasileirão.Só para se ter uma ideia, o Neto Berola, ex-dragão, não foi ainda saldado pelo Vitória. Dias desses, Ricardo Xavier estava por aqui, procurando o Jorge Sampaio para conversar sobre a pendenga que, segundo este, já está tudo ok. Será?
Não obstante, sendo a esperança vã, ou não, torcedor que se preza quer ver o seu time sempre na frente ou, ao menos, mantendo uma certa regularidade que imponha respeito aos adversários.
Embora a regularidade das vitórias não venha sendo a característica do rubro-negro baiano, a sua performance na primeira rodada lhe rendeu uma "gordura" que permite ao time, mesmo perdendo jogos fora (foram 11 até o momento com uma vitória e dois empates) e, também, dentro do seu domínio (contra o São Paulo, mas contabiliza sete vitória e dois empates, o que demonstra o seu domínio do barradão)o vitória tem conseguido se manter dentro da zona de classificação da sulamericana, tal como ocorreu no ano passado.
A questão aqui é em relação ao projeto do clube para esse ano, que intensiona colocar o Vitória na zona da libertadores. Nesse aspecto, o Vitória precisa melhorar e muito, caso queira respeitar o compromisso assumido no ano retrasado com os seus torcedores, necessida andar na contramão das dietas vegetarianas, pois Leão que se preza, gosta mesmo é de carne, muita carne!!!
Para mim, o campeonato ainda está em aberto. Times que estavam lá embaixo estão subindo. Outros que subiram estão caindo. Alguns vem mantendo a regularidade esperada, inclusive como é o caso do Palmeiras, acrescido de sorte e ajuda de árbitros e bandeirinhas.
Não alimento a ilusão do campeonato brasileiro, mas ainda há esperança de, que sabe, chegar lá, pois torcedor é torcedor, não é mesmo?
Assinar:
Postagens (Atom)